O Vela Estéril Brasil é um coletivo multiartístico fundado na cidade de Volta Redonda em 2016 por Henrique Nunes - Palhaço, Skatista e Peão.
Com suas raízes no universo do skate, o coletivo se iniciou com a produção de vídeos de skate que buscavam uma estética original, baseados no universo da cultura popular brasileira e operária, fazendo frente aos elementos importados do norte global. Nessas obras, o skate se coloca como plataforma para discutir questões sociopolíticas que permeiam os ambientes urbanos ocupados pela prática do skate, principalmente em Volta Redonda enquanto cidade industrial.
Ao longo de seus 10 anos de existência, a produção do coletivo se expandiu para além do skate, abrangendo o universo do cinema, moda, artes visuais, performance, cerâmica, literatura e música.
O coletivo tem como base para seus projetos os elementos da cultura brasileira, operária - Voltarredondense - visando a valorização desses signos e contribuindo na solidificação de uma identidade cultural da Cidade do Aço.
Hoje o Vela atua não só como Coletivo, mas também como Laboratório Criativo, contando com 14 projetos autorais além de serviços oferecidos em diferentes áreas da arte e cultura.
INTEGRANTES:
HENRIQUE NUNES (@meiolaranja):
Henrique Nunes é palhaço, professor e diretor audiovisual. Formado em Humanidades pela UFVJM, é fundador do Coletivo Multiartístico Vela Estéril Brasil. Dirigiu o curta-metragem Massa Lajota Massa, premiado no Festival MIMPI, realizado no Parque Lage, no Rio de Janeiro, em 2018. Em 2025, dirigiu o curta Engrenagens Subterrâneas, exibido na Mostra Itinerante Rasgo (MG) e na Ocupação da Galeria Respiro Rural (SP). Na área das artes cênicas, integrou por dois anos o grupo de teatro de rua Sala Preta e o Laboratório de Teatro da UFVJM. Atualmente, trabalha como mecânico de manutenção industrial na CSN.
CADU AZEVEDO (@caduazevedo1):
Cadu Azevedo é diretor, fotógrafo e montador formado em Cinema pela Universidade Federal Fluminense e integrante do Coletivo Multiartístico Vela Estéril Brasil. Co-dirigiu e montou o curta “Benedita” - premiado no Festival KINOFORUM (SP), Festival Goitacá (RJ) e Festival de Diamantina (MG) como melhor curta (2025); Co-dirigiu e montou o Clipe “Cicatrizes” e "Reflexo” da banda DEAFKIDS lançado pela Neurot Recordings dos EUA (2026); Montou o curta “MASSA LAJOTA MASSA” premiado no Festival MIMPI no Parque Laje do Rio de Janeiro (2018); Montou o curta “Engrenagens Subterrâneas” participante da Mostra Itinerante Rasgo (MG) e da Ocupação na galeria Respiro Rural (SP) (2025); Dirigiu o curta “Zé Carlos Talk Show” premiado como melhor curta na Mostra Ratazana de Juiz de Fora (2025).
Maria V. Santos (@_mariavictoriasantos_):
Maria V. Santos é multiartista e professora voltarredondense. Formada em Pintura pela EBA (UFRJ) em 2021, leciona cerâmica há 3 anos e ministrou uma oficina de Desenvolvimento de Projetos para Artes Visuais por edital público da prefeitura de Volta Redonda em 2024. Além disso, tem experiência em murais pintados e murais cerâmicos esculpidos. Os murais de mais impacto em Volta Redonda foram o mural Cidadãos (2023), na praça São Paulo, localizada no bairro Niterói; e o mini mural cerâmico Jaguatirica (2026), localizado no bairro Aterrado. Atua também como diretora de arte em projetos independentes e produções financiadas via edital público, tendo sido a mais recente o curta-metragem Benedita (2025), premiado em diversos festivais nacionais.